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Artigos: Maçônicos > História > Marcus Julius Agrippa, o Herodes Agrippa

Marcus Julius Agrippa, o Herodes Agrippa

Publicado por Ivair Ximenes [Ivair Ximenes Lopes.] em 4/6/2011

(1179 leituras)

  Tetrarca da Judéia e Galiléia (37.- 44) e rei da Palestina (41-44), irmão de Herodias, filho de Aristóbolo de Berenice e neto de Herodes I, o Grande, e de Mariana, e entronado pelo amigo Calígula, em virtude de sua grande habilidade diplomática e as suas boas relações com Roma.
 
Seu pai Aristóbolo não se dava com o Rei Herodes I e após dois julgamentos diante do Imperador Romano Augusto, foi executado (7 a. C).



Herodes Agripa I (10 a.C. - 44 d.C.) rei da Judeia (41-44 d.C ). Era neto de Herodes, o Grande.

BiografiaAgripa tinha 3 anos quando seu pai, Aristóbulo IV, foi executado, por ordem de Herodes. Aos 6 anos foi enviado para Roma, onde freqüentou a corte de Tibério, relacionando-se com pessoas influentes, dentre elas o futuro imperador Calígula. Josefo diz que, nesse tempo, ele entregou-se a uma vida dissoluta, desperdiçando todo o dinheiro que sua mãe lhe deixara, na busca desenfreada de prazeres exóticos.

Perseguido pelos credores, de quem tomara altas somas emprestadas a altos juros, viu-se obrigado a deixar Roma, em companhia da esposa, Cipros (sobrinha-neta de Herodes o Grande), refugiando-se junto ao tetrarca Herodes Antipas, seu tio e marido de sua irmã, Herodias. O casal recebeu-o de mal grado, concedendo-lhe apenas um modesto emprego de comissário comercial em Tiberíades.

  De volta a Roma, Agripa caiu nas boas graças de Antônia, mãe de Cláudio e avó de Calígula, que lhe emprestou a quantia necessária para resgatar seus débitos pendentes.

Algum tempo depois, uma conversa descuidada em uma carruagem, custou-lhe seis meses de liberdade. Ele comentara com Calígula, que seria bom que Tibério não demorasse a morrer, para que seu companheiro assumisse logo o trono. O comentário foi escutado pelo cocheiro e repassado ao Imperador.

Tibério morreu seis meses mais tarde e Calígula tomou seu lugar, mandando soltar Agripa e, como forma de compensação, nomeou-o rei dos territórios que tinham sido as tetrarquias de seu tio, Felipe (falecido em 37), e de Lisânias, compreendendo os distritos nordeste da Palestina e as áreas setentrionais em volta do monte Líbano.

Agripa permaneceu mais um ano em Roma antes de assumir seu reino, mas quando o fez, promoveu uma volta triunfal, só pelo prazer de ver sua irmã e o marido, roerem-se de inveja. E para completar sua vingança, quando Antipas foi a Roma, tentar que o Imperador também lhe conferisse a dignidade real, ele fez chegar às mãos de Calígula uma mensagem, onde acusava o tio de conspirar com os Partos, inimigos do Império Romano. A acusação, que era infundada, surtiu efeito: Antipas foi desterrado para Lyon, na Gália (ou para a Hispania, segundo informação paralela em "Guerra Judaica", IX 6), e seus domínios anexados ao reino de Agripa (39).

Quando Calígula foi assassinado, em 41, Agripa estava visitando Roma e desempenhou um papel importante nas negociações entre militares e senadores, que desembocaram na confirmação de Cláudio. Agradecido, o novo imperador concedeu-lhe o governo da Judeia, Samaria e Idumeia, que eram uma província romana desde a deposição de Herodes Arquelau. Desse modo, reconstituiu-se o reino que Herodes, o Grande, construíra e que fora desmembrado após sua morte.

O novo rei dos judeus esforçou-se para conquistar a simpatia do povo, reduzindo o imposto predial dos habitantes da cidade de Jerusalém, fazendo doações generosas ao Templo e intervindo em prol das comunidades da Diáspora, em especial a de Alexandria, que vivia em permanente estado de conflito com os gregos. Mas quando decidiu construir novas muralhas em Jerusalém, teve que interromper as obras, por ordem de Cláudio. Josefo afirma que, se completadas, elas teriam tornado a cidade inconquistável.

Agripa morreu repentinamente, de complicações abdominais, após cinco dias de agonia (44), havendo suspeitas de ter sido envenenado.

A tradição cristã sustenta que foi ele quem ordenou a morte de Tiago, o irmão do evangelista João (Atos dos Apóstolos 12:2) e que morreu comido por vermes por castigo divino durante um discurso diante do povo:

E o povo exclamava: Voz de Deus, e não de homem! No mesmo instante, feriu-o o anjo do Senhor, porque não deu glória a Deus; e, comido de bichos, expirou. (Atos 12:22-23)

 GenealogiaPais: Aristóbulo IV e Berenice
Irmãos: Herodias, Herodes de Cálcis, Aristóbulo V, Mariana
Filhos: Com Cipros: Herodes Agripa II, Berenice, Mariana, Drusila, Druso
Segundo a Bíblia sagrada, quem foi morto por Herodes foi Tiago irmão de João, e não irmão de Jesus.

Marcus Julius Agrippa, o Herodes Agrippa I
(Tetrarca da Judéia e Galiléia )
10 a. C. - 44


Tetrarca da Judéia e Galiléia (37.- 44) e rei da Palestina (41-44), irmão de Herodias, filho de Aristóbolo de Berenice e neto de Herodes I, o Grande, e de Mariana, e entronado pelo amigo Calígula, em virtude de sua grande habilidade diplomática e as suas boas relações com Roma. Seu pai Aristóbolo não se dava com o Rei Herodes I e após dois julgamentos diante do Imperador Romano Augusto, foi executado (7 a. C).

O neto do rei foi poupado, então com apenas três anos de idade, e foi enviado para Roma, onde recebeu uma educação romana junto com os príncipes da dinastia regente e entre os seus companheiros estavam o futuros imperadores Cláudio e Calígula, de quem foi amigo de juventude.

A maior parte de sua vida, viveu em Roma e lá também encontrou sua esposa Cipre, uma parente distante, e ali nasceram os seus cinco filhos: Drusus, Agripa, Berenice, Mariamme e Drusilla. Ele gastou todo o seu dinheiro, foi a bancarrota e teve que fugir de seus credores, deixando a família em Roma e estabelecendo-se na Indumeia (33), na parte sul da Judéia. Depois ele foi oficial em Tiberíades, a capital da Galiléia, que foi fundada por seu tio Herodes Antipades, mas apesar de grande prestígio entre os judeus por suas tentativas diplomáticas de conciliação entre romanos e judeus, tratou os cristãos como inimigos.

Por isso partiu para a Antioquia, onde se indispôs com o governados Romano local, passou algum tempo em Alexandria, onde também encontrou problemas. Muito rico, Tibério Julio Alexandre, o irmão do filósofo Filo, deu dinheiro a sua esposa e ele decidiu retornar para Roma. Tentou ajuda do herdeiro do trono romano e seu amigo Calígula para tomar o poder, mas o imperador Tibério soube do que estava ocorrendo e o aprisionou (36). Saiu da prisão quando Calígula foi feito Imperador (37) e partiu para seu reino. Com a destituição (37) de Herodes Antipas, recebeu sua tetrarquia e um dos seus primeiros atos foi direcionado contra bandidos que haviam tomado parte do reino. Dois anos depois, recebeu as terras de Abilene, tetrarquia de Lisânias, com o título de rei. Depois Calígula tornou-o também rei da Judéia, Samaria e Iduméia (41), governando um território tão grande quanto o de seu avô, Herodes Magno. Iniciou a construção da terceira muralha de Jerusalém, porém não pôde concluí-la, pois o Imperador, alertado pelo governador da Síria, proibiu-o de continuar a obra.

Ordenou a execução do apóstolo Tiago, que por motivos político-religiosos teve o corpo decapitado (44) em Jerusalém, o primeiro mártir entre os apóstolos de Cristo. O curioso é que Tiago foi condenado à decapitação, a punição imposta a cidadãos romanos! Seus seguidores solicitaram ao rei que lhes fosse entregue o corpo para sepultamento e ele e as autoridades romanas concordaram. Também executou São Jaime (Ats 12:1-2) e aprisionou São Pedro (Ats 12:3-5). Morreu repentinamente em Cesaréia, tido como um judeu observante, piedoso, e amigo dos fariseus.


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